A Torre dos Clérigos

Hoje, muitos vão-me chamar de mentirosa, porquê? Bem, porque no último post dos meus textos desta categoria, mencionei que não iria falar de monumentos (pelo menos tão cedo…), que quando tivesse que falar neles, seria de forma diferente Apresentação D’Alma e Coração. Acho que vamos começar por um monumento, porquê? Para quem me segue, sabe que à pouco tempo pintei a Torre dos Clérigos, em aguarela (1) e então, nada melhor que um pouco de contexto. Eu avisei que não vou apresentar monumentos de forma muito convencional, pintei, achei por bem falar para aqueles que não conhecem. Para os que conhecem, … Continue reading A Torre dos Clérigos

Torre dos Clérigos, em aguarela

Nas minhas experiências, buscas e questionamentos de novos materiais resolvi experimentar pintar com aguarela/aquarela. O meu forte são pinturas a acrílico, conheço os seus procedimentos, como o material responde, como reage… Desta vez, quis sair da minha zona de conforto e tentar novas técnicas e materiais. Depois de uma primeira experiência (que nem me atrevo a postar a imagem) tentei pintar, apenas a aguarela, a Torre dos Clérigos, vista de lado. Foi apenas uma experiência para ver como se comportava a tinta e o suporte. Ainda pensei em aplicar guache por cima mas, como foi a minha primeira tentativa, deixei … Continue reading Torre dos Clérigos, em aguarela

Apresentação D’Alma e Coração

Dou inicio oficialmente, aos meus percursos virtuais D’Alma e Coração. Um projecto que vai ficar de momento apenas aqui, pelos blogues e entre os amigos e conhecidos, no futuro, quem sabe… tornar guia local (apenas no Porto). Mas, como não pretendo voar mais alto para alcançar o sol, vou mostrando o que conheço das formas que conheço e que posso. Portanto caros leitores & alguns amigos, vamos passar a parte das apresentações e vamos aos restantes assuntos. Desde já, quero agradecer o feedback que tive noutros posts referentes ao Porto, e espero ter sido útil nos contactos com os leitores, … Continue reading Apresentação D’Alma e Coração

Eu e arte.

Quando me sinto a divagar, olho para a minha tela e tento-me focar, é nesse momento que todos os pensamentos se vão embora, fico ali a imaginar o que vou criar. Mas num mundo de tanto e de tudo, não consigo ser artista, sou amadora, apenas pinto o que vejo, a realidade, o imediato, artista é mais que isso. Artista passa mensagem, nos dias de hoje, eu pretendo, união, felicidade, afecto, empatia, solidariedade, entre outros, são temas que é importante valorizarmos, mas ainda, não os consigo representar. Represento o imediato, o visível, não me sinto artista… E dentro de tudo … Continue reading Eu e arte.

Zoom in & zoom out

Confesso que não é muito fácil – focar – porque qualquer coisa nos faz – desfocar. E então temos que voltar fazer zoom in. É preciso um acto de coragem muito grande para deixar ir, deixar ir tudo o que nos faz agarrar, e ficar… e estar apenas, neste momento aqui. Quando passamos por algumas situações da vida paramos e depois, recomeçamos sentimos como se fosse um Nicolai Rimsky-Korsakov com o seu Flight of the Bumblebee, sim exactamente. Mas com o tempo, tornamos num Chopin Nocturne op.9, com vocação e tempo. Seguimos para um Claude Debussy Clair de Lune… é o que tentamos atingir. … Continue reading Zoom in & zoom out

Não faz mal

Não faz mal se hoje sentir triste, Não faz mal se sentir em baixo, Não faz mal haver um dia assim… Temos que aceitar as oscilações da vida, e isso não significa que sejamos “fracos”, como esse “rótulo” é uma palavra inventada por alguns. Aos que uns chamam fraqueza, eu chamo a tentativa de alguém nos derrubar através de palavras, em vez de nos ajudar. A palavra fraqueza é quando temos o corpo fisicamente debilitado (fome, doença etc… e mesmo dentro destes, pode haver força mental), e não sinónimo de estar triste. Discutem-se pontos de vista. Sim, há dias em … Continue reading Não faz mal

Não somos feitos para multi-funções.

Numa sociedade cada vez mais exigente, o ser humano, começa a ter tendência a tentar acompanhar este ritmo frenético. E a nossa mente tem a tendência de ir a correr atrás. Por vezes começamos por partir de um plano muito simples, digamos, um sonho que é possível concretizar e, se nos focarmos absolutamente nele e desenvolvermos sabemos que é exequível. É tudo bem simples, “o propósito” está lá, chegamos a essa conclusão depois de uma análise bem profunda e um conhecimento de nós próprios e dos nossos valores. É o concretizável, simples. Tudo isto é bem simples não fosse a … Continue reading Não somos feitos para multi-funções.

Como funciona.

Tentarei dizer o que posso, mas as mentes dirão o restante… Confesso que já senti medo de me levantar havia vozes que diziam que eu não era capaz. Mas já as ultrapassei à um tempo, contra-ataquei com escritos em papeis. Tomei controle de mim, olhei pela janela e gostei da vista. Comecei a obedecer só a mim, ao espectável do que conseguia. Acredito e já não receio, são lutas que me movem, que fazem girar, ganhar coragem, acreditar, fazem viver com toda a força que está dentro de nós. Somos o que permitimos que nos aconteça. Somos o que a … Continue reading Como funciona.

Texto sem sentido algum… sonhos, balões, passados, histórias e voos. É o que acontece quando se escreve muito tarde.

Um dia sonhei que vivi uma história, acho, não tenho certeza, pertenceu a um passado, que agora o vejo cada vez mais longínquo. Nessa história eu tinha encontrado um balão, o qual valorizei bastante. Mas um dia o balão furou, rebentei-o sem querer, culpa minha. Errei, pensei, e tentei reconstruir o balão. Mas todos sabemos que balão rebentado não volta a voar. Tentei encher outro igual, mas nada foi igual, o que enchi, um dia explodiu-me na cara. Não forcei mais, porque aquilo doeu, mesmo em sonho. Então pensei, não passa de uma história de balões que só tem significado … Continue reading Texto sem sentido algum… sonhos, balões, passados, histórias e voos. É o que acontece quando se escreve muito tarde.